Relatos de Experiência

Conheça aqui a prática de professores no ensino do Teatro na educação básica! Compartilhe também a sua prática. Conte como foi realizado o seu trabalho em sala de aula de forma simples e didática e sirva de inspiração para outros professores.

 

Escola: Escola Estadual de Educação Especial Risoleta Neves
Cidade: Ituiutaba/ Minas Gerais
Nível de Ensino: EJA
Contato: johnkarllus@yahoo.com.br

Apresentação

O projeto surgiu a partir das minhas reflexões durante as aulas do Mestrado em Artes Cênicas (UFU), através das disciplinas que envolviam atividades com o corpo, e foi assim, conversando com minha orientadora que expus a necessidade de desenvolver uma atividade que colaborasse com a fala, com os movimentos corporais e que tornasse os alunos da educação especial mais autônomos. Então, tive a ideia de trabalhar com improvisações teatrais dentro da sala de aula.

Minha formação inicial era em artes visuais, portanto nunca havia trabalhado teatro com meus alunos, mas o despertar proporcionado pela pós graduação mudou minhas concepções, o que me fez sentir confiante para elaborar oficinas de teatro que funcionassem em cinquenta minutos de aula uma vez por semana.

Escola: Colégio QI / Particular
Cidade:
Rio de Janeiro RJ
Nível de Ensino: 
Fundamental I
Contato:
janarusseff79@gmail.com 

Apresentação

O projeto foi desenvolvido, durante as aulas regulares de Teatro, com duas turmas de 5º ano do Ensino Fundamental I do Colégio QI. A escola é particular e tem em seu currículo obrigatório o ensino do teatro para as turmas do  4º e 5º anos do Ensino Fundamental. No 5º ano, a escola orienta que finalizem o ciclo apresentando uma encenação.

Escola: Instituto 15 de Janeiro
Rede:  Particular
Cidade:Rio de Janeiro/ Olaria, RJ
Nível de Ensino: Ensino Médio

APRESENTAÇÃO:

Não  sou  formado  em  teatro,  mas  ele  sempre  foi  minha  paixão,  digo  como espectador, pois eu não me via em um palco, pelo menos até 2007, quando iniciei minha primeira oficina de teatro. Em 2009 comecei a faculdade de Licenciatura Plena em História. Com medo de não conseguir  conciliar,  abandonei  os  palcos.  Foi  durante  o  estágio  em um colégio particular do Rio de Janeiro que percebi o quanto ainda precisava do teatro. Voltei sem pensar duas vezes. Pela História saí do teatro e pela História retornei ao teatro.Em 2010, coube a mim a tarefa de escrever para Jornada Acadêmica de História doCentro Universitário Augusto Motta, uma peça que retratasse a História do Brasil. Vio quanto uma coisa pode complementar a outra. Desde que comecei a lecionar noInstituto 15 de Janeiro em 2013 (Olaria – RJ), busco utilizar o teatro nas salas de aula. Se ele contribuiu com o meu aprendizado,  pode contribuir com o aprendizado dos meus alunos.

Escola: Colegio Pitagoras Carajas
Rede: Particular de Ensino
Cidade: Serra dos Carajas -Pará
Nível de Ensino: Ensino Fundamental II
Contato: kissycferreira@gmail.com

APRESENTAÇÃO:

Desenvolvi um projeto que não via o teatro apenas como texto, diretor e aluno-ator. Ele abrangia outras linguagens tão importantes para o "fazer artístico" e que traziam outros alunos (não atores) para o trabalho. Esse projeto foi desenvolvido junto à coordenação da escola em uma conversa que buscava agregar todos os tipos de alunos e habilidades em uma atividade que servisse de base para o fazer teatral escolar. Para realizar o trabalho verificamos que precisaríamos planejar levantando tudo que seria necessário para sua realização, coloca-lo em prática e posteriormente avaliar pós e contras do processo. Ele durou 2 anos e funcionou em uma escola particular com alunos de classe média alta. Foram criadas 5 turmas:

Escola: Escola de Ensino Fundamental e Médio Tenente Rêgo Barros
Rede: Pública de Ensino
Cidade: Belém/ Pará
Nível de Ensino: Ensino Fundamental II
Contato: angelaatriz@yahoo.com.br

Esta atividade foi considerada como sendo um relevante incentivo para que o aluno lesse diversas histórias clássicas infantis, contos diversos, histórias bíblicas e crônicas, com a finalidade de buscar inspiração para construir esquetes teatrais, com as características básicas de uma peça de teatro, utilizando-se da criação de diálogo com rubricas, numa sequência lógica e criativa.

A ideia surgiu por eu observar, ao longo de minha vida profissional, que, em inúmeras situações, o aluno acaba sendo um mero e lacônico receptador de conhecimento. O importante foi que o aluno saísse da situação de um mero ser robotizado, que apenas imita sem criar.

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